Como usar a OnirIA
A OnirIA é um consultor junguiano para análise de sonhos. Você, o analista, conversa com Jung sobre os sonhos do seu paciente — Jung não fala com o paciente, fala com você. O objetivo do uso é produzir hipóteses interpretativas acionáveis para você levar à próxima sessão.
Suporte
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Bug, dúvida sobre o método ou sugestão? Nós lemos tudo — respondemos no mesmo dia útil sempre que dá.
Etapa 01
Primeiros passos
Na barra lateral do workspace você verá seus pacientes. Clique em + Novo paciente para cadastrar um: nome, data de nascimento (opcional) e um contexto clínico breve (queixa, situação de vida, atitude consciente). Esse contexto é injetado no prompt — quanto mais rico, mais afinada a análise.
Com o paciente selecionado, clique em + Nova conversa para começar a trabalhar um sonho.
Etapa 02
Os dois modos: Coleta × Análise
Toda conversa nasce no modo Coleta. Nele, Jung não interpreta nem cita arquétipos — só faz perguntas para você coletar o sonho, as associações do paciente e o contexto consciente dele. Isso é deliberado: interpretação sem material é especulação.
Quando você julgar que há material suficiente, clique em Análise no topo da conversa. Jung entra em modo Análise e entrega hipóteses interpretativas concretas: função compensatória, amplificação mitológica, arco de individuação.
Etapa 03
Fechar uma sessão
Ao terminar de trabalhar um sonho, clique em Fechar sessão. Jung gera um resumo e extrai tags (símbolos, arquétipos, afetos, cenários). Esse material passa a compor o histórico onírico do paciente e é automaticamente injetado no contexto das próximas conversas — Jung pode então reconhecer padrões entre sonhos (“já vimos o lobo em [data]...”).
Etapa 04
Síntese de série
Quando o paciente tem vários sonhos fechados, clique em Sintetizar série na lista de conversas. Selecione os sonhos que você quer analisar em conjunto e Jung entra em modo Síntese: procura progressão, estagnação, repetições e marcadores de individuação ao longo do arco.
É o modo mais clínico do sistema — use para revisar blocos de trabalho (trimestre, fase de tratamento) ou quando um tema reaparece.
Etapa 05
Meu diário
O analista junguiano também sonha. No topo da barra lateral há a entrada Meu diário, um espaço reservado para seus próprios sonhos.
Aqui o enquadramento muda: Jung volta a falar diretamente com você em 2ª pessoa, como se fosse sua sessão. Todo o método continua igual (coleta, análise, compensação, amplificação) — só o pronome muda.
Etapa 06
Modo voz (live)
No topo da conversa, toque em Modo live para conversar por voz. Sua fala é transcrita e a resposta de Jung é lida em voz alta.
Etapa 07
Boas práticas
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Registre o sonho no tempo verbal do sonhador.
“Ela sonhou que caminhava numa floresta…” em vez de reescrever.
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Traga as associações do paciente, não as suas.
Jung pede as do sonhador; as suas podem entrar depois como hipóteses do analista.
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Informe a atitude consciente.
Sem saber como o paciente está no momento, não dá para avaliar a função compensatória do sonho.
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Não force interpretação.
Se o paciente não associa a uma imagem, amplifique no seu caderno — não imponha ao paciente.
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Tire a hipótese da OnirIA e teste na sessão.
A saída aqui é material clínico, não verdade pronta. A verdade mora na sessão com o paciente.
Perguntas frequentes
Jung sabe quem é meu paciente?expand_more
Posso voltar do modo Análise para Coleta?expand_more
Jung citou 'sombra' no modo Coleta, é bug?expand_more
Meus dados e dos pacientes ficam onde?expand_more
Pronto para começar?
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